sábado, 28 de maio de 2016
sábado, 16 de abril de 2016
muro da felicidade
O que é, para ti, ser feliz?
Partilha a receita no muro da felicidade!
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cada um poderá editar os seus contributos)
quarta-feira, 13 de abril de 2016
máscara
Se pudesse, chorava
mas são proibidas, as lágrimas…
Se pudesse, gritava
para dar voz às, presas, mágoas…
Mas, neste mundo, não posso
ser pessoa é proibido.
Põe-se uma máscara de bicho
vive-se a vida escondido…
Olho os olhos que espreitam
procuro uma luz lá no fundo…
mas almas não se vislumbram
nem por um breve segundo…
terça-feira, 5 de abril de 2016
perdidos
perdidos
estamos todos
perdidos
no meio
de um enleio
no fundo
de poço liso
perdidos
dá as mãos
encontra
outras mãos
gestos sãos
usa os calos
escava socalcos
sobe o poço
sábado, 6 de fevereiro de 2016
onde páras, alma?...
onde estás, que não te sinto
ao alcance da minha mão
num sentir de te agarrar
e aconchegar no coração
onde estás, que não te sinto
num sentir de entender
a que não consigo chegar
para cumprir um viver
escapas, pelas folgas dos dedos
sem outras mãos para ajudar
escapas, por entre os segundos
num ritmo que nos vai matar
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Como podes ter uma vida feliz?
Quando um livro para maiores de sete anos nos explica as coisas da vida...
O que é a vida? é o nome de um livro maravilhoso de Oscar Brenifier com ilustrações de Jérôme Ruillier, publicado pela Dinalivro e que faz parte da coleção "Filosofia para crianças".
Escolhi esta ilustração pela caricatura que representa para nós, adultos - mas o livro é uma delícia e aconselho a leitura a todos. Para os que têm prendas atrasadas para a quadra natalícia é uma sugestão!
Esta coleção traz interrogações e leva as crianças e jovens* a pensar sobre muitas temáticas fundamentais.
* e não só :D
Não resisto a partilhar mais umas páginas,
mas deixo a nota de que os livros têm várias perspetivas de cada questão!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
DAZSilusão - Ora, bolas!
Gosto de sorvetes, sim, aqueles "gelados" que são cremosos e, preferencialmente, de fruta, mesmo...
Tenho Tinha a Häagen-Dazs como referência de gelados saborosos, mas, pelo seu preço elevado, não é uma marca que consuma regularmente...
Ora, um destes dias, apetecia um sorvete e resolvi sentar-me a saboreá-lo - ainda que a zona de comidas do El Corte Inglês não seja o sítio mais agradável para conversar, estávamos cansados de andar e queríamos sentar-nos um bocado.
Escolhemos os sabores (infelizmente, não havia o meu favorito...) e observei a técnica de "enrolamento das bolas"..............................
...a "menina" escavava a caixas (de gelado não tão fresco como eu esperaria!) formando uma bola oca no meio...
Assim, pagámos - por 2 copitos com 2 bolas que "afundaram" assim que comecei a comer - a "módica" quantia de 9,70 €.
Ora, bolas! Haagen-Dazs, vai roubar para outro lado!
Ora, um destes dias, apetecia um sorvete e resolvi sentar-me a saboreá-lo - ainda que a zona de comidas do El Corte Inglês não seja o sítio mais agradável para conversar, estávamos cansados de andar e queríamos sentar-nos um bocado.
Escolhemos os sabores (infelizmente, não havia o meu favorito...) e observei a técnica de "enrolamento das bolas"..............................
...a "menina" escavava a caixas (de gelado não tão fresco como eu esperaria!) formando uma bola oca no meio...
Assim, pagámos - por 2 copitos com 2 bolas que "afundaram" assim que comecei a comer - a "módica" quantia de 9,70 €.
Cada geladito oco custou 4,85 €.
Ora, bolas! Haagen-Dazs, vai roubar para outro lado!
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
agarrem a beleza
meia dúzia de rabiscos
podem ser belos
simplesmente
podem ser belos
simplesmente
interessa a assinatura?
é mais belo por isso?
a imagem?
a mensagem?
domingo, 26 de julho de 2015
+1 colibri
mais um dia?
existimosmais um diaoutro maisna esperançaque outros diasserão os taismais um diadias demaisesse sonhoque era guiae se esvaiPára tudo!a sobrevida,o sacrifício.Pensa agoraou a vidaé desperdício!o que quereso que sonhasos porquêsarquitetaredesenhaquem tu és...
22/07/2015
imagem adaptada de http://www.tattoostime.com
domingo, 8 de março de 2015
...o importante vai ficando invísivel aos olhos?
A minha família é como as outras, o lugar onde moro, trabalho, convivo, é como o dos outros - igual ou diferente, a cada pormenor, mas com condicionalismos globais semelhantes... Afinal, vi os mesmos programas televisivos que os outros, tive curriculum escolar igual e tive pais, vizinhos, professores, colegas, amigos que eram uns pensadores de coração outros mais moldados por exemplos de exclusão.
Sempre achei "normal" a "diferença".
Como todos (?) temo ferir suscetibilidades quando me deparo com algum tipo de deficiência com alguma pessoa com deficiência e não sei se devo oferecer ajuda e qual...
Se me parece que alguém tem dificuldades, opto por lhe dizer, discretamente, que diga se precisar de algo. Se não percebo a forma como fala, digo-lhe exatamente isso: que estou com dificuldade em entendê-la e peço que tenha paciência comigo e tente explicar-me melhor/de novo.
No início dos meus tempos, os "aleijadinhos" ou "maluquinhos" ficavam em casa, escondidos; depois, tiveram direito a "instituições" crescentemente mais educativas, mas vi muito surdo passar por "atrasado mental" (termo usado, sempre, de forma pouco própria e que ficou enraizado no nosso léxico - eu própria o uso como insulto, escapa..., faz parte da língua que aprendi...), muitos e muitos com paralisia cerebral ficarem esquecidos como vegetais...
Este vídeo mostra o resultado de uma vida de coração fechado, de premissas erradas, de atitudes que vão doer nos corações de quem sente e é pessoa...
e...
bem-aventurados os pobres de espírito,
que terão um reino reservado (onde, certamente, as deficiências/diferenças existirão).
Será pobre o espírito que nem vê o mal nos olhos alheios?
Será pobre o espírito que já não vê o importante de cada um de nós?
.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 13...
...e os gatos pretos.
O tema é triste...
Haver almas perturbadas que sacrificam animais indefesos para obterem supostas benesses...
Achei correta a decisão de muitas associações de proteção de animais, que pululava pela net na última sexta-feira, 13 de que me lembro:
- fechar adoções de gatos pretos nas semanas anteriores a estas sextas-feiras;
- desencorajar particulares a fazê-lo (dar gatos pretos para adoção).
É com espanto que este fevereiro (e com nova sexta-feira, 13 a espreitar, em março) vejo campanhas exatamente no sentido contrário:
ai, ai, os gatinhos pretos são lindos, não quer levar um para casa?
NÃO GOSTEI!
Não gostei porque parece estar esquecida a chacina de gatos pretos, a necessidade de serem protegidos - tudo bem, façam campanha - para pretos, brancos, malhados... MAS não especificamente para pretos nestas datas, por favor!
legenda da foto: humpf - diz o MEU gato preto...
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Disney world promove pedofilia
foiAzul
Este ano foi azul.
e, tal como aqui não tenho passado, também ela aguarda, ainda, a dedicação do limpar do pó de época e do arrumar em caixinha e capa protetora, até para o ano - este ano já.
Resistiu, apesar de uns dois ou três solavancos de gatos mais afoitos. Que, sim, são as sempre-crianças de quatro patas que regulam a decoração da casa (aliás, a decoração e a arrumação! - (des)arrumação nada importante, quando a honra de os ter como companheiros de casa e os carinhos que nos dão são bem maiores!...). Mordidelas (a impedir luzes) e roçadelas, já sem trepadelas, que o peso não deixa...
Mas, se azul é, na nossa tradição, a cor de começar o ano, então, começámos bem, por aqui!
E começámos bem, mesmo!
com
sorrisos semeados entre lágrimas de alegria,
escondidas de olhares incompreendedores,
sossobradas entre desconhecidos...
apenas
felicidades mil
ofuscando todo o pó dos dias forçados.
e, tal como aqui não tenho passado, também ela aguarda, ainda, a dedicação do limpar do pó de época e do arrumar em caixinha e capa protetora, até para o ano - este ano já.
Resistiu, apesar de uns dois ou três solavancos de gatos mais afoitos. Que, sim, são as sempre-crianças de quatro patas que regulam a decoração da casa (aliás, a decoração e a arrumação! - (des)arrumação nada importante, quando a honra de os ter como companheiros de casa e os carinhos que nos dão são bem maiores!...). Mordidelas (a impedir luzes) e roçadelas, já sem trepadelas, que o peso não deixa...
Mas, se azul é, na nossa tradição, a cor de começar o ano, então, começámos bem, por aqui!
E começámos bem, mesmo!
com
sorrisos semeados entre lágrimas de alegria,
escondidas de olhares incompreendedores,
sossobradas entre desconhecidos...
apenas
felicidades mil
ofuscando todo o pó dos dias forçados.
ps: esteja sempre a força co(n)m(t)igo!
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
(estava a) ler
Estou a ler
porque gosto de ler,
porque ler é uma aventura,
porque ler é saber mais...
mesmo que o ler seja pouco,
mesmo que o ler seja esporádico,
mesmo que o ler seja interrupto...
mesmo que o ler seja inacabado...
estou a ler
porque gosto,
estou a ler
porque anseio
saber
aprender
conhecer
apreender...
estou a ler
quando posso,
estou a ler
porque quero,
quero sempre -
espero poder cada vez mais,
espero fazer o tempo
chegar de novo
ao poder ler
sem que o tempo me cobre
a realização do gosto...
Ler é conhecer,
relacionar,
cruzar,
coordenar,
pensar e
poder, depois,
escrever,
esquematizar,
idealizar,
imaginar,
chegar,
atingir,
conhecer
...saber...
porque gosto de ler,
porque ler é uma aventura,
porque ler é saber mais...
mesmo que o ler seja pouco,
mesmo que o ler seja esporádico,
mesmo que o ler seja interrupto...
mesmo que o ler seja inacabado...
estou a ler
porque gosto,
estou a ler
porque anseio
saber
aprender
conhecer
apreender...
estou a ler
quando posso,
estou a ler
porque quero,
quero sempre -
espero poder cada vez mais,
espero fazer o tempo
chegar de novo
ao poder ler
sem que o tempo me cobre
a realização do gosto...
Ler é conhecer,
relacionar,
cruzar,
coordenar,
pensar e
poder, depois,
escrever,
esquematizar,
idealizar,
imaginar,
chegar,
atingir,
conhecer
...saber...
sábado, 13 de dezembro de 2014
5 ovos
Há
umas horas, em conversa com uma colega, comentávamos o exibicionismo de uma
"oferta" de bens essenciais feita perto de nós - com pompa e
circunstância, exibindo as carências da "beneficiária" e
"exigindo" um agradecimento à prole-de-"dadores" em
filinha...
Aliás,
filinha sorridente que incluía as pessoas que, ao ser informadas que se pensava
fazer um avio solidário, responderam violentamente que "não estavam
para isso", que "não podiam andar a ajudar toda a gente"...
A
ideia foi assim: cada um dava o que pudesse (tentando selecionar bens
alimentares, entre todos) para provir o essencial, para ajudar uma colega com
dificuldade em dar de comer à família... Confesso, jamais pensei que a ação se
transformasse no espetáculo que foi e que só não foi mais aberrante pela simplicidade
extrema e personalidade subserviente da colega que, felizmente, parece não ter
sentido humilhação...
Lembrei,
agora, por ver a notícia do roubo dos cinco ovos e a forma humana como um
agente policial a resolveu... (cliquem na foto, para ver mais imagens e vídeo,
assim como artigo no dailymail online).
Todos
nós, por mais pobres que sejamos, podemos dar meia dúzia de ovos, um pacotinho
de massinhas, uma embalagem de bolachas... ou um abraço, a quem precisa! E, um
pequeno grupo (colegas de trabalho, vizinhos,...) pode fazer as lágrimas de
alguém passarem de sofrimento a alegria e alívio. [com recato, por favor]
Não
costumo dar alimentos para grandes IPSS, precisamente pelo "grandes",
pela impessoalidade* desses sistemas e por saber que, tal como a colega que
procurámos ajudar numa situação de crise, quem precisa não tem ajuda, neste
país, sem apresentar primeiro um rol de documentos, que implicam deslocações,
gastos, faltas ao precário trabalho que se tenha, para usufruir de... ajuda.
É o sistema: precisa? então morra para provar que tem fome - depois ajudamos*.
Isto
aplica-se a qualquer "benefício" (quem inventou que se aplicava este
termo devia estar bêbado, cof, alcoolizadinho ou sofrer de handicap social
idêntico ao das tias que fazem "voluntariado" cego-de-vida-real),
seja "subsídio", bolsa-de-estudo ou outras coisas que tais.
(*)Compreendo as necessidades de regulação, o evitar de
abusos, mas, há por aí muita gente de mão estendida a usufruir de apoios,
gastando depois em luxos descarados como tabaco, canal desportivo,
cabeleireiro, (quando não mais escandalosos, ainda)... enquanto outros não têm
como provar que precisam e, efetivamente, estão desesperados, sem um ovo para
dar aos filhos! Há uma coisa que se chama "bom senso". E a
impessoalidade será boa, apenas se evitar humilhações ou que cada pão dado seja
cobrado em desprezo... - Contudo... sei quanta arrogância pode estar no trato
de uma assistente-socialzinha-que-só-se-borra-de-medo-de-etnias-ameaçadoras e
trata "todo" o resto como desperdício humano!...
Quanto
ao exibicionismo... poder-se-á dizer que o polícia da foto viu o seu ato
publicitado e a situação exibida, mas, acho que (embora preferisse que a
senhora não fosse identificada) o que passa a história é que já não estamos no
tempo de Dumas, e não se prende alguém por roubar pão para a boca!
Le
voleur avait jeté le pain, mais il avait encore le bras ensanglanté.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
pão-de-forma
Ao meu lado, uma mãe atarefada comia uma meia-sandwich de pão-de-forma; pouco depois, ouvi o ploc da garrafa de sumo e a pequenina a pedir um bocadinho...
Ora, o que me veio à ideia!?...
A cada aniversário, vinham crianças e enchia-se a mesa de doces, mas, sobretudo, de salgados, que as crianças preferiam.
Eram os rissóis encomendados àquela senhora que fazia para fora; era bolos, bolachas, rebuçados e as sandes de queijo e fiambre (e, sempre, umas só de manteiga, porque havia alguém que não gostava das-da-praxe) - uns triângulos bem arrumados, empilhados em pratos, feitos do pão que a minha mãe tinha de encomendar, especialmente, na padaria...
Um luxo de outros tempos, que fazia as sandwiches mais bonitas!
A criançada matava a fome e, depois, esparramava-se na carpete a brincar (nos tempos em que mudámos para apartamento e já não havia jardins, nem cobras a aparecer à porta da festa... - que desses, não guardei memória...)
sábado, 6 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
sábado, 22 de novembro de 2014
porque hoje é sábado...
Deitei-me e, pouco depois, o telefone deu sinal...
Levantei-me e li "Hummm?" - era o texto de uma mensagem chamada "Sócrates"...ora, vindo a mensagem de um fuso horário distante, fiquei preocupada com a desconexão... Não entendi nem título nem a interrogação!
Uns mails e minutos depois, consultei o gnews e vi que a notícia tinha saído mesmo há uns minutinhos (e percebi que, efetivamente, o meu mailinterlocutor não estava bêbado a meio da sua madrugada, apenas tinha estado um evento até tarde e tinha visto as notícias ao chegar a casa...) e que era Sócrates, o filósofo, mas não aquele das grandes frases citadas ou dos livros do secundário - era o que foi estudar filosofia para a Sorbonne para ser............................ qualquer coisa parecida com delegado comercial para os países latinos, de uma farmacêutica... (Hummm?)
Ora, convenhamos que, ainda que os meus neurónios estivessem a despertar do modo "vamos dormir", o meu primeiro pensamento foi "os tipos arranjaram algo para distrair a malta do que anda no ar"...
Olhem lá, na verdade, o homem tem cara de quem não é desses, mas, quem vê caras não vê corações... (repito eu, sem acreditar, pois, na verdade, a intuição, apesar das máscaras usadas, pode ser mais certeira)
Isto de se ser político (leia-se: trabalhar para a polis) tem riscos elevados e, muitas vezes, são "apanhados" os que dão jeito que sejam - e quando digo apanhados é no sentido de serem acusados, sejam ou não culpados, até porque viver no mundo da política sujeita ao contato com esquemas diversos de enriquecimento, ainda que deles não se pretenda fazer parte ou anuir a favorecimentos. E, os "bons-da-fita" são denegridos pelos "profissionais-da-coisa", os sujos, que lá estão só para esquemas...
Do "nosso" Sócrates reza a história que errou, mas, políticas partidárias à parte, os que dão a cara (e) são humanos (ainda bem) e, por isso, não são perfeitos...
Levantei-me e li "Hummm?" - era o texto de uma mensagem chamada "Sócrates"...ora, vindo a mensagem de um fuso horário distante, fiquei preocupada com a desconexão... Não entendi nem título nem a interrogação!Uns mails e minutos depois, consultei o gnews e vi que a notícia tinha saído mesmo há uns minutinhos (e percebi que, efetivamente, o meu mailinterlocutor não estava bêbado a meio da sua madrugada, apenas tinha estado um evento até tarde e tinha visto as notícias ao chegar a casa...) e que era Sócrates, o filósofo, mas não aquele das grandes frases citadas ou dos livros do secundário - era o que foi estudar filosofia para a Sorbonne para ser............................ qualquer coisa parecida com delegado comercial para os países latinos, de uma farmacêutica... (Hummm?)
Ora, convenhamos que, ainda que os meus neurónios estivessem a despertar do modo "vamos dormir", o meu primeiro pensamento foi "os tipos arranjaram algo para distrair a malta do que anda no ar"...
Olhem lá, na verdade, o homem tem cara de quem não é desses, mas, quem vê caras não vê corações... (repito eu, sem acreditar, pois, na verdade, a intuição, apesar das máscaras usadas, pode ser mais certeira)
Isto de se ser político (leia-se: trabalhar para a polis) tem riscos elevados e, muitas vezes, são "apanhados" os que dão jeito que sejam - e quando digo apanhados é no sentido de serem acusados, sejam ou não culpados, até porque viver no mundo da política sujeita ao contato com esquemas diversos de enriquecimento, ainda que deles não se pretenda fazer parte ou anuir a favorecimentos. E, os "bons-da-fita" são denegridos pelos "profissionais-da-coisa", os sujos, que lá estão só para esquemas...
Do "nosso" Sócrates reza a história que errou, mas, políticas partidárias à parte, os que dão a cara (e) são humanos (ainda bem) e, por isso, não são perfeitos...
domingo, 9 de novembro de 2014
7 000 000 000
Yann Arthus-Bertrand fascinou-me com Home, e só ontem descobri que tinha passado por Portugal e que 7 mil milhões de outros estava aí...
de 8 de novembro de 2014 a 8 de fevereiro de
2015
no Museu da Eletricidade, em Lisboa…
VÁ!
afinal, a burra sou eu?
essa questão que pus há dias: afinal, merece
a pena?
Por mais que tentemos contribuir para a evolução desta espécie social, o retardamento já é tanto que sufoca quem tenta abrir caminhos à luz...
Depois, há essa espécie de cobardia infame dos que desfiam filosofias que nem cumprem nem repetem em defesa dos que o ousam, em sua defesa - sim, deixam que passem por loucos os que as cumprem ou as revelam para lá dos umbigos sujos e fedorentos de quem só berra ideias em espaços fechados, de quem critica mas nada faz, nada contribui, nada assina - porque o dito só é dito entre paredes seguras-de-represálias... e o pai-Salazar é que sabe...
Gritam, coitados, porque não se safam sem ajuda, mas, depois, encolhem o rabinho e esperam que lhes caia no colo o fruto do trabalho de quem deixam a suar ao sol sem uma palavra darem em ajuda do seu esforço... - é um desafiar a "seres o pau-de-obra que resolve o meu probleminha" seguido de um desprezo atroz por quem os ajuda...
É, às vezes não chega a consciência tranquila...
...sente-se a falta do tempero de humanidade!
...e rio-me, quando releio as palavras que não serão inteligíveis, até pelos parcos leitores deste espaço, e me sinto qual sindicalista ferrenho de bandeira desfiada...
afinal, é só um desabafo por mais uma puxadela de tapete!
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