terça-feira, 2 de dezembro de 2014
sábado, 22 de novembro de 2014
porque hoje é sábado...
Deitei-me e, pouco depois, o telefone deu sinal...
Levantei-me e li "Hummm?" - era o texto de uma mensagem chamada "Sócrates"...ora, vindo a mensagem de um fuso horário distante, fiquei preocupada com a desconexão... Não entendi nem título nem a interrogação!
Uns mails e minutos depois, consultei o gnews e vi que a notícia tinha saído mesmo há uns minutinhos (e percebi que, efetivamente, o meu mailinterlocutor não estava bêbado a meio da sua madrugada, apenas tinha estado um evento até tarde e tinha visto as notícias ao chegar a casa...) e que era Sócrates, o filósofo, mas não aquele das grandes frases citadas ou dos livros do secundário - era o que foi estudar filosofia para a Sorbonne para ser............................ qualquer coisa parecida com delegado comercial para os países latinos, de uma farmacêutica... (Hummm?)
Ora, convenhamos que, ainda que os meus neurónios estivessem a despertar do modo "vamos dormir", o meu primeiro pensamento foi "os tipos arranjaram algo para distrair a malta do que anda no ar"...
Olhem lá, na verdade, o homem tem cara de quem não é desses, mas, quem vê caras não vê corações... (repito eu, sem acreditar, pois, na verdade, a intuição, apesar das máscaras usadas, pode ser mais certeira)
Isto de se ser político (leia-se: trabalhar para a polis) tem riscos elevados e, muitas vezes, são "apanhados" os que dão jeito que sejam - e quando digo apanhados é no sentido de serem acusados, sejam ou não culpados, até porque viver no mundo da política sujeita ao contato com esquemas diversos de enriquecimento, ainda que deles não se pretenda fazer parte ou anuir a favorecimentos. E, os "bons-da-fita" são denegridos pelos "profissionais-da-coisa", os sujos, que lá estão só para esquemas...
Do "nosso" Sócrates reza a história que errou, mas, políticas partidárias à parte, os que dão a cara (e) são humanos (ainda bem) e, por isso, não são perfeitos...
Levantei-me e li "Hummm?" - era o texto de uma mensagem chamada "Sócrates"...ora, vindo a mensagem de um fuso horário distante, fiquei preocupada com a desconexão... Não entendi nem título nem a interrogação!Uns mails e minutos depois, consultei o gnews e vi que a notícia tinha saído mesmo há uns minutinhos (e percebi que, efetivamente, o meu mailinterlocutor não estava bêbado a meio da sua madrugada, apenas tinha estado um evento até tarde e tinha visto as notícias ao chegar a casa...) e que era Sócrates, o filósofo, mas não aquele das grandes frases citadas ou dos livros do secundário - era o que foi estudar filosofia para a Sorbonne para ser............................ qualquer coisa parecida com delegado comercial para os países latinos, de uma farmacêutica... (Hummm?)
Ora, convenhamos que, ainda que os meus neurónios estivessem a despertar do modo "vamos dormir", o meu primeiro pensamento foi "os tipos arranjaram algo para distrair a malta do que anda no ar"...
Olhem lá, na verdade, o homem tem cara de quem não é desses, mas, quem vê caras não vê corações... (repito eu, sem acreditar, pois, na verdade, a intuição, apesar das máscaras usadas, pode ser mais certeira)
Isto de se ser político (leia-se: trabalhar para a polis) tem riscos elevados e, muitas vezes, são "apanhados" os que dão jeito que sejam - e quando digo apanhados é no sentido de serem acusados, sejam ou não culpados, até porque viver no mundo da política sujeita ao contato com esquemas diversos de enriquecimento, ainda que deles não se pretenda fazer parte ou anuir a favorecimentos. E, os "bons-da-fita" são denegridos pelos "profissionais-da-coisa", os sujos, que lá estão só para esquemas...
Do "nosso" Sócrates reza a história que errou, mas, políticas partidárias à parte, os que dão a cara (e) são humanos (ainda bem) e, por isso, não são perfeitos...
domingo, 9 de novembro de 2014
7 000 000 000
Yann Arthus-Bertrand fascinou-me com Home, e só ontem descobri que tinha passado por Portugal e que 7 mil milhões de outros estava aí...
de 8 de novembro de 2014 a 8 de fevereiro de
2015
no Museu da Eletricidade, em Lisboa…
VÁ!
afinal, a burra sou eu?
essa questão que pus há dias: afinal, merece
a pena?
Por mais que tentemos contribuir para a evolução desta espécie social, o retardamento já é tanto que sufoca quem tenta abrir caminhos à luz...
Depois, há essa espécie de cobardia infame dos que desfiam filosofias que nem cumprem nem repetem em defesa dos que o ousam, em sua defesa - sim, deixam que passem por loucos os que as cumprem ou as revelam para lá dos umbigos sujos e fedorentos de quem só berra ideias em espaços fechados, de quem critica mas nada faz, nada contribui, nada assina - porque o dito só é dito entre paredes seguras-de-represálias... e o pai-Salazar é que sabe...
Gritam, coitados, porque não se safam sem ajuda, mas, depois, encolhem o rabinho e esperam que lhes caia no colo o fruto do trabalho de quem deixam a suar ao sol sem uma palavra darem em ajuda do seu esforço... - é um desafiar a "seres o pau-de-obra que resolve o meu probleminha" seguido de um desprezo atroz por quem os ajuda...
É, às vezes não chega a consciência tranquila...
...sente-se a falta do tempero de humanidade!
...e rio-me, quando releio as palavras que não serão inteligíveis, até pelos parcos leitores deste espaço, e me sinto qual sindicalista ferrenho de bandeira desfiada...
afinal, é só um desabafo por mais uma puxadela de tapete!
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
domingo, 26 de outubro de 2014
afinal, merece a pena?
afinal,
merece a pena?
ouvi
promessas, de uma era de aquário, de um caminho para a luz…
ouvi versões,
de um deus antropomórfico de vestes brancas e barba longa (feito à nossa imagem
e não nós à dele!), de uma reencarnação sucessiva, dizem uns por mérito, mas, a
maioria, para aperfeiçoamento e subida a um céu ou corpo diferente em modos e
melhor de comportamentos…
afinal, as
versões são distâncias de verdade inreconhecida…
mas, afinal,
então, para que serve esta ou outra vida?
não aceito que
seja só um meio e não seja para viver,
não aceito
que seja para sofrer, arrecadando créditos para um paraíso futuro,
que viemos
para aprender, aperfeiçoar… mas…
e viver!?
eu não mereço
não viver!
como podemos
resignar-nos a um jogo de dor por conta de felicidade futura?
estas
revoltas filosóficas para chegar à questão:
merece a pena?
As coisas
estão mal,
o país está
mal, o planeta está mal, a família, a cidade, tudo parece estar a correr mal
neste plano mais ou menos divino...
...e, à minha volta, vejo alguns falar de como
poder correr melhor, de causas de soluções, de união, de dar a mão e…
...depois,
quando
surgem os caminhos sem fim, as respostas de quem não quer lutar,
ajudar,
construir [porque já o fizeram esquecer, se é que alguma vez lembrou, o
que é viver...] e, até, de quem não tem humildade para aceitar uma
singela mão quando
cai…
…desistem?
como vai ser,
se todos vão desistindo?
o que resta a
quem reste?
afinal, vale
a pena?
digam lá,
porque estou a perder a paciência!
ps: e quero
viver, mesmo que esta seja só uma das vidas e este só um dos corpos que
envergarei!
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