esta coisa dos números redondos...
tentei, há uns dias, "apanhar" o 8888 - porque a sensação de infinito era sublime! mas, não consegui e, hoje, chego aqui e... dou com o 9000...
sexta-feira, 25 de abril de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
27
Foi há pouco mais de dois anos e meio que me iniciei nisto dos blogs. Precisava, mesmo, de libertar a alma, nesse dia - à hora de almoço, prometi que ia abrir um blog - e foi o que fiz essa noite!
Neste momento, tenho três blogs - com finalidades diversas e, certamente, visualizados por pessoas diferentes. Acabo de contabilizar cerca de 27 mil visualizações (27 207) - e isso é tão estranho... Ser lida... É verdade que estamos na rede e que os meus outros blogs são mais informativos e específicos, mas, aqui, o objetivo era libertar o meu desejo de escrever, que, no fundo, é uma necessidade intrínseca (que, infelizmente, continuo a praticar de menos), e talvez tenha de encarar essa coisa dos 'leitores' como o alcance de mensagens que espero serem úteis no crescimento de outras almas...
Este pseudo-pseudónimo que uso é o espelho do que transmito (ainda que os gritos que liberto sejam tão diversos e desconexos como prometi, logo no começo) - o que a minha alma precisa dizer, aqui e ali, quando precisa, por já não caber dentro do meu corpo... esse invólucro que me moldam e que ainda não controlo, apesar de múltiplas tentativas... lá chegarei, e chegarei antes de subir a outro corpo, que mais espiritual seja, pois quero viver esta vida, com todos os condicionalismos que nos traga...
Sinto tanta falta de escrever, ainda...
Mais a falta de soltar as palavras-pensamento, sem preocupações de nexo, mais o que outros chamam poesia e é isso, apenas, pensamento. Serão poetas todos os que gostam de palavras-pensamento?
Porque uso este nome e não o que está nos mil documentos que me autorizam a (sobre)viver?
Não sabem a resposta?
Não sabem a resposta?
Alguns conhecem-me de outros mundos e...
...só quero que quem aqui me leia, leia o que aqui se lê de olhos limpos, sem ideias pré-feitas sobre quem eu possa ser... Assim, lerão a mensagem, em vez de tecerem considerações sobre a pessoa que pensam que sou. Lerão livres das grilhetas que puseram no meu ser. Ler-me-ão como nunca leriam se tivessem as palas do condicionamento que nem sentem e os leva a criticar tudo e todos.
E depois, então, como já vos disse, lerão a vossa mensagem no que escrevo - porque cada um lê a sua e até eu, que escrevo aqui, leio algo novo de cada vez que me possa aqui chegar a estes pensamentos... alguns mais ligeiros, outros mais do fundo da minh'alma.
Verão muitos "erros", certamente... Quase tudo o que aqui escrevo é escrito direta e imediatamente, sem filtro, sem a inútil e cerceadora preocupação da perfeição...
sejam felizes
alma minha
domingo, 13 de abril de 2014
telegrama
Quando eu era
pequena, há um molho de anos, as mensagens importantes eram enviadas por
telegrama.
Comunicava-se
um nascimento, uma morte e pouco mais faziam os cidadãos normais sem grandes
recursos financeiros.
A coisa
funcionava assim: ia-se aos correios* e escrevia-se a mensagem num impresso –
como era pago à palavra, as mensagens eram encurtadas, por vezes até à
incompreensão! – ou ditava-se à menina dos correios que, lá dava uns bitaites
e, como devem calcular, era a fonte mais bem informada de cada terrinha. No fim
de cada frase, escrevia-se ‘stop’, pois não se usava pontuação, como se os
tempos do telégrafo se tivessem mantido até final do século XX!
No fundo,
para os mais novinhos, podem ter a experiência: experimentem mandar um FAX numa
estação de correios – é uma anedota monumental! Até há uns anos, em vez de irmos
aos correios, podíamos ir aos CTT-dos-telefones, que eram no mesmo
edifício, geralmente, e enfiar uma folha numa telecopiadora (o que chamávamos
FAX, o aparelho) e enviar e pagávamos o tempo de chamada usado (quanto mais
folhas, mais tempo demorava e mais caro era). Mas…………………… os ‘correios’ entendem
que, nem que seja para mandar a fatura da compra do carro ao contabilista (que
até temos na pasta e estamos fora de portas e ao lado dos CTT…) temos de
preeeeeeeeeeencher um impresso, que é a folha de rosto e tem de ser e, para
além de pagar mais (e há um valor mínimo a pagar!!!), AINDA temos de perder
tempo a escrever a coisinha!
Ora,
pôooooooooooooooo…
Isto tudo
para dizer
que,
às vezes,
o mais
simples é dizer direto, simples, verdadeiro
amo-te stop
(por exemplo
; ( : ))
(*depois
passou a poder fazer-se por telefone)
diário de uma mulher normal, 13 de abril
acordei sem saber bem onde – a noite trouxe-me tarde à cama
ouvia objetos
a cair e cedo percebi que era a estratégia secundária do meu gato: quando não
me levanto ao som do despertador e não lhe abro a porta do wc de imediato, sobe
para a minha secretária e vai atirando o que pode ao chão!
aguentei
enquanto pude, até que o ‘roçar’ me alertou: era a nova caixa de óculos a
ganhar novos efeitos estéticos!
entre grito e
safanão-de-longe lá fugiu, mas, o aprendiz-de-despertador subiu também para a
secretária e, ao contrário do primeiro, ainda não liga às minhas ordens…
resultado: tive, mesmo, de me levantar…
num dia de
refeições petiscadas entre investigação e produção de texto, também a amizade
profunda dos meus gatos, por mim e pelos petiscos, foi complicada: acham que
devem estar em cima dos livros, ou seja, entre os meus olhos e os livros ou
anotações ou, se estou no pc, optam por atravessá-lo em andamento e provocam
funções de teclado que desconheço e me deixam à beira do ataque de nervos…
…está tudo
sossegado: um dorme aos pés da cama, outro junto à janela mais quente…
37
trinta e sete
cêntimos de caca*
Não que a
“obrigação” me prenda, mas, acho simpático telefonar aos familiares que fazem
anos… mas, ligar e, ainda que a chamada não se prolongue, ao fim de um
minutozeco já me estar a repetir, e o aniversariante também, em frases da
treta… é triste!
E, então,
penso nesse hábito social da simpatia… mas, porque raio me dá para ser
simpática para com quem nunca passa da conversa de circunstância comigo?
bardamerda,
já dizia uma familiar muito querida, a quem não posso telefonar e não sei se me
‘ouve’ no plano em que está destas vidas…
» gastemos a energia no que / em quem importa!» ignoremos os laços de sangue – não podem ser mandativos!» demos oportunidade aos que se cruzam connosco e, verdadeiramente, queiram ser nossos interlocutores nesta vida!
* a mísera
duração de um telefonema para alguém que não vejo há muito…
14 de abril - Dia do café!
Quase todos bebemos o cafezinho e relevamos esta coisa o dia do café...
Confesso que ouvi isso hoje e nem sabia (ou lembrava...) que havia um dia dele!
É difícil passar sem ele, apesar de não me encharcar no dito e, confesso, caro Rui, que dou voltas para achar o teu material!
A história dos sanhôres jurnalistas é de que bebemos menos café que a malta do norte - ora, lá está mais frio e bebem mais bebidas quentes e nós, também trouxemos o chá para estas bandas, estamos divididos...
Ora, bebam lá um café!
(esse aí está muito cheio para mim...)
sábado, 5 de abril de 2014
sábado, 29 de março de 2014
estranha é a vida
estranha é a vidaem que o mais sábio não sabeo mais lúcido não vêo mais expedito não alcança…estranha, é certopor não nos daro que temos de conquistar…
estranha é a vidaporque mil vezes ouvimoso que só no tempo certoconseguimos entender
certo é o tempoem que paramos de correre escutamos
estranho é corrertropeçar vezes sem contaporque andar fez-se segredoque só eleitos reconquistam
estranha é a vidaquando o caminho é de pedrase não há artesãos de castelos
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