olhe lá...
o seu filho desapareceu,
parece que foi raptado e tal,
- quer que se
faça justiça?
:( televisão pública nacional
O funcionário do café saiu da nave-mãe (aquele espacinho onde residem e atendem os clientes) e dirigiu-se a uma senhora idosa, na mesa, perguntando-lhe se estava bem - eu, sinceramente, nem a tinha visto - conversou com ela, até perceber o que se passava e dirigiu-se ao balcão de informações do CC, ao lado, onde explicou à funcionária de serviço a situação...
...e ambos se dirigiram, de novo, à senhora, disponibilizando-se a funcionária a chamar um socorrista, se a senhora tivesse necessidade. A senhora, que disse estar com uma quebra de TA, já recuperou qb para se ir embora e eu, por aqui fiquei, surpresa e agradada com a atitude!O gelado de tangerina soube melhor, e o café desceu mais forte : )
tendo pouco, temos a sabedoria de o dividir com os outros...
Penso mas não existo logo.
Só existo passado um bocadinho
Era bom abrir os olhos e ver, simplesmente, e, depois, partir dum real para a construção, sem esboços iniciais pessimistas... Mas, tudo se entrelaça e basta um mau traço ou um mau olhar para estragar... Ainda assim... façam reboot, uma e outra vez... alguém tem de começar a ser humano primeiro...
...o parafuso que desapareceu, a cola que pespega, o livro que guardámos tão bem quando o vimos e era mesmo a cara da sobrinha, da amiga, do..., que não achamos em lado nenhum, a tinta que resolveu secar mesmo agora... - ficamos com aquela sensação que os chineses até têm umas coisas jeitosas, já que outro comércio quase se extinguiu e o shopping está cada vez mais longe, nas horas curtas que (não) sobram (para aquela minha amiga que odeia chineses: há os chineses que vieram viver e os outros, que têm uma casa porca-nunca-limpa-desde-que-abriu, que comem ao balcão, põem os putos a mijar - e não só - no balde debaixo do balcão... - refiro-me aos primeiros, claro)...