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domingo, 28 de julho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
voa... voa...
O dia de hoje seguiu um caminho de cansaço extremo, que me tem até privado de libertar a alma neste cantinho...
Exausta e com muitos afazeres, caminhei para casa e tive um daqueles pensamentos bons que deixamos que nos abandonem com a adolescência:
passo por aqui e procuro sempre encontrar uma, sem que as veja; se hoje conseguir, será sinal de que tudo vai correr bem!
Acabei o percurso e nada de joaninhas...
Ia para casa para dormir, e recuperar um pouco da exaustão e tentar agarrar (sim, a-garrar, com garra) as mil tarefas depois...
O meu gato puxou-me para o jardim... Acabei por dar às flores o que precisavam, num dia quente já refrescando - muita água...
E foi enquanto regava que a vi, a esperança - grande e de asas a abrir, mas que se deixou pegar, para que a pudesse pôr num lugar seguro da água...
Afinal, veio o sinal!
(Só falta dormir...)
quinta-feira, 23 de maio de 2013
TU, és mais forte!
Tu mereces muito maisÉs forte, abanas mas não caisMesmo que sintas o mundo a ruirQuando as nuvens passarem vais ver o sol a sorrirA estrada não é perfeitaApenas uma vida, aproveitaSó perdes se não tentaresE não desistas se falharesO que não mata engordaTorna o teu sonho real, acordaLimpa as lágrimas e lutaSegue o teu caminho e escutaA voz dentro de tiAs respostas que procuras, dentro de tiAcredita em ti que tu ésMais forte e tens o mundo a teus pésTu és mais forte e sei que no fim vais vencerSim, acredita num novo amanhecerNão tenhas medo, sai à rua e abraça alguémE vai correr bem, tu vais verUm dia tudo fará sentidoE vais ver que terás o prémio merecidoÉs o que és, não és o que tensA tua essência não se define pelos teus bensÀs vezes as pessoas desiludemMas não fiques em casa parado à espera que mudemMuda tu rapazMuda a tua atitude, vais ver que és capazE nada te pode pararOs cães vão ladrar e a caravana a passarO teu sorriso de vitória no rostoNem tudo é fácil mas assim dá mais gostoQuando acreditas a força nunca se esgotaSó a reconheces a vitória se souberes o que é a derrotaVais ver que no fim acaba tudo bemSai à rua e abraça alguémTu és mais forte e sei que no fim vais vencerSim, acredita num novo amanhecerNão tenhas medo, sai à rua e abraça alguémE vai correr bem, tu vais ver
segunda-feira, 8 de abril de 2013
DesImaginagem
Quando resolvi, finalmente, apostar num bocadinho de ócio – fazer, no meio dos meus dias cheios, algumas coisas que amo – comecei por comprar uma máquina fotográfica...
Não foi “uma
máquina”, foi uma simples máquina digital com alguma capacidade de focagem, que
me permitiu encher pastas de fotos no pc. (Não foi preciso muito para entender
que qualquer passeio breve era insatisfatório, pois a bateria, sem grandes
alterações de focagem, durava apenas para umas 80 fotos, e seguiu-se a compra
de bateria suplementar!)
Havia ideias associadas
ao fotografar: queria fazer um site sobre o meu concelho, que tivesse desde
imagens de tudo e mais aquilo até indicações visuais para acesso aos locais de
maior interesse. Nem era tempo de blogs, estávamos na web 1.0 (e o pc foi a
aquisição da mesma altura) – certo é que só a falta de tempo livre impediu o
concretizar desse espaço virtual a que outros se seguiriam (às fotos da
natureza juntei fotos de bancos de jardim, fotos de janelas, fotos de...)! Agora, penso
duas vezes antes de abrir um espaço virtual, pois acho que tem de haver um
sentido e um uso associado... mas, também, abri este só para libertar a alma e
deixar que pessoas lessem e dessem sentido ao que escrevo com o meu sentir...
Um dia o pc
morreu, e as fotos estão com ele, pousadas num disco guardado, de onde as
tirarei quando houver tempo livre e outras condições associadas à causa.
A máquina, ainda
a mesma, está à minha frente há semanas, a tentar-me sem sucesso, enquanto a
orquídea da varanda resiste, sem que eu tenha eternizado a sua linda flor.
Tempo e vida,
combatem sem razão...
DesImaginagem
quarta-feira, 20 de março de 2013
VIVER a vida
Só o nome “auto-ajuda” me/nos faz fugir de um
livro, tantas são as pseudo-obras que pululam por aí com essa classificação –
juntam-se umas quase-bulas-para-(geralmente)-emagrecer com sábias palavras para
nos pôr a pensar...
Comprei, há muitos anos, um livro que li com interesse, e que forrei com papel opaco, para que se não visse o nome, pois li-o nas férias (ainda tinha disso!) em público e não queria que soubessem o que lia! Embora a lombada superior já amarelada, a capa que lhe dei continua intacta. Como ultrapassar o medo de falhar, de Petrüska Clarkson – levantando a capa que lhe dei, vejo: “para a valorização pessoal” e, a ilustrar, uma matrioska entre o surpresa e o envergonhada.
Comprei-o por me conhecer e saber que esse medo dos elogios que sempre me acompanhou me levava a, sistematicamente, distribuir louros meus (e partilhar falhas alheias), permitindo, com esse amor à sombra, que me vissem como algo que não era/sou, e o perder inúmeros caminhos abertos pelo meu saber e arte. Não o identificava com medo de falhar, mas com o pavor da ribalta, também mencionado no livro...
Vários livros foram best-sellers e todos quiseram lê-los (ainda que escondessem a capa...), o último mais falado foi “o Segredo” – que achei comércio puro, mas talvez estivesse enganada, pois, quando puseram o CD em saldo comprei, e achei as palavras interessantes e motivadoras – talvez essa ideia que tenho de dar, dar, dar, ajudar todos e não pensar fazê-lo lucrativamente, me tenha toldado o discernimento. Como me diziam três conhecimentos recentes que “espalham conhecimento” com taxas acopladas, têm de ter dinheiro para viver, por isso fazem também negócio, mas não é isso que os move!
Há poucos dias comprei algo que me puseram na mão,
aconselhando-me a ler – já havia ouvido falar dela, tinha até googlado algumas
coisas, mas não conhecia, e espero o momento para me permitir
iniciar a leitura: Pode curar a sua vida, de Louise Hay. Reforçar os
pensamentos certos é importante... Como costumo dizer, sei as receitas todas
mas, pô-las em prática, tem sido outra história...segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
sábado, 4 de agosto de 2012
piú Allegría
Alegria
Come un lampo di vita
Alegria
Come un pazzo gridare
Alegria
Del delittuoso grido
Bella ruggente pena,
Seren
Come la rabbia di amar
Alegria
Come un assalto di gioia
Alegria
Come un lampo di vita
Alegria
Come un pazzo gridare
Alegria
Del delittuoso grido
Bella ruggente pena,
Seren
Come la rabbia di amar
Alegria
Come un assalto di gioia
Alegria
I see a spark of life shining
Alegria
I hear a young minstrel sing
Alegria
Beautiful roaring scream
Of joy and sorrow,
So extreme
There is a love in me raging
Alegria
A joyous,
Magical feeling
Alegria
Come un lampo di vita
Alegria
Come un pazzo gridare
Alegria
Del delittuoso grido
Bella ruggente pena,
Seren
Come la rabbia di amar
Alegria
Come un assalto di gioia
Alegria
Como la luz de la vida
Alegria
Como un payaso que grita
Alegria
Del estupendo grito
De la tristeza loca
Serena
Como la rabia de amar
Alegria
Como un asalto de felicidad
Del estupendo grito
De la tristeza loca
Serena
Como la rabia de amar
Alegria
Como un asalto de felicidad
There is a love in me raging
Alegria
A joyous,
Magical feeling
Come un lampo di vita
Alegria
Come un pazzo gridare
Alegria
Del delittuoso grido
Bella ruggente pena,
Seren
Come la rabbia di amar
Alegria
Come un assalto di gioia
Alegria
Come un lampo di vita
Alegria
Come un pazzo gridare
Alegria
Del delittuoso grido
Bella ruggente pena,
Seren
Come la rabbia di amar
Alegria
Come un assalto di gioia
Alegria
I see a spark of life shining
Alegria
I hear a young minstrel sing
Alegria
Beautiful roaring scream
Of joy and sorrow,
So extreme
There is a love in me raging
Alegria
A joyous,
Magical feeling
Alegria
Come un lampo di vita
Alegria
Come un pazzo gridare
Alegria
Del delittuoso grido
Bella ruggente pena,
Seren
Come la rabbia di amar
Alegria
Come un assalto di gioia
Alegria
Como la luz de la vida
Alegria
Como un payaso que grita
Alegria
Del estupendo grito
De la tristeza loca
Serena
Como la rabia de amar
Alegria
Como un asalto de felicidad
Del estupendo grito
De la tristeza loca
Serena
Como la rabia de amar
Alegria
Como un asalto de felicidad
There is a love in me raging
Alegria
A joyous,
Magical feeling
sexta-feira, 18 de maio de 2012
luz
Acredito
Oh céus,
acredito
que a força
da fé em nós próprios
é motor de
grandes feitos
de
conquistas, caminhos, alegrias;
Acredito
Oh Terra, enrugada,
seca, molhada
que haverá
forma de os despertar
de os pôr
conscientes, também
a acreditar;
Sonho
com colírio
pra cada olhar
com
arco-íris belo, límpido
com olhares
de olhos abertos
certos, despertos…
Sou,
certamente,
marginal -
de sonhos, anseios -
sem
capacidade viral,
para vos dar
todas as cores do espetro!
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Educação em Portugal
Nós,
portugueses, temos a temível tendência de nos nivelar abaixo de tudo o que está
além fronteiras, num espírito derrotista e de inércia-abaixo-da-língua; e temos
o hábito de ir buscar os exemplos retrógrados, para amarrar qualquer progresso
que tente fazer luzir as nossas cores!
Quando
iremos perceber que urge pensar grande? Pensar completo!
e-escolas?
– Era bom, mas não assim.
Imaginem
num país onde se compram tantos carros – o que aconteceria se não fossem usados
devidamente, se os estacionássemos à porta e apenas nos sentássemos neles,
fingindo dar passeios? Em que contribuiria isso para… fosse o que fosse?
Salvo
as poucas exceções de crianças e jovens que sabiam para que servia um
computador, ou tinham pais ou conhecidos (ou professores!) que os ajudassem
nisso, quem é que ficou mais rico por comprar/ter um pc no programa e-escolas?
– Olhem, eu tenho uma daquelas senhas de compra, ainda por aí… nunca usei… -
para que queria eu um pc enorme, desatualizado e CARO? – quando comprei um
daquele tamanho, comprei por um terço do preço, e sem
mensalidadezinhas-obrigatoriazinhas-que-ninguém-percebe-que-é-prestação! Quando
quis um p o r t á t i l, comprei um portátil, não um chaimite!
Antes
desta onda de vamos-pôr-pc-na-mão-de-toda-a-gente, vi muitos computadores de
mesa ficarem ao canto das salas de aula, porque ninguém os sabia usar, e, se
algum aluno sabia, não podia, e era repreendido, pois… era uma ameaça para os
professores. (Imagine-se! um aluno que sabe “mais” de qualquer coisa que um
professor!)
Mas,
vimos muita “miudagem” agarrada a eles… pois vimos! – a jogar, em fóruns de
conversação… Quando pedi a um miúdo, que passa todo o tempo em que o vejo
agarrado ao portátil, que me encontrasse o número de telefone de uma instituição…
ele… NÃO SABIA COMO FAZER!!!!!!!!!
Não
adiantou dar só as ferramentas, era necessário dar a cultura: explicar o como
usar, para que usar – perdeu-se uma importante ferramenta educacional, por
deixar incompleto um grande projeto – não se cumpriu a parte menos onerosa!
Todos
sabemos que o sistema de ensino não está bem (aliás nunca pode estar, porque o
mundo está em constante evolução, porque a velocidade de mudança tem sido
elevada), mas, para além das pequeninas mudanças que lhe vamos fazendo, urge PENSAR,
equacionar, decidir como o estruturar.
Dar
bases a todos – sim, tudo certo…
Adequar
a cada um – sem dúvida, somos todos diferentes!
(Não
me venham cá com as totozices das NEE! – diferentes, somos todos! E diversidade
cultural? - é normal, habituem-se!)
O
aluno é o centro, o objeto e o fim da tarefa!
Idade?
Quê? – APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA – SEMPRE! – Se os mais novos até precisam
de lenga-lengas, instrução, disciplina; depois há que aprender a aprender;
depois… há que SER – sempre mais e melhor!
Abram
os olhos, pensem grande, pensem certo!
E…
aprender não é sinónimo de estar numa sala retangular, com mesas retangulares,
cadeiras de tampos mais ou menos retangulares, quadros retangulares e…
professores retangulares – PRECISAMOS de CURVAS/ Ângulos obtusos/ linhas de mil
formas…
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
esperança
começo a escrever com os olhos molhados
porque - num mar de dias onde não vejo terra
onde os que passam,
estejam à pesca ou em cruzeiro
ignoram os náufragos…
e onde, …
as bóias que lanço são usadas para chegar a terra firme,
e depois leiloadas, como lembrança de um povo estranho
que anda por aí a ser pessoa,
que passa a ser ridículo
quando os pés já têm poiso
- vi uma voz que ajuda
que ainda não desistiu de ajudar
e me dá força para resistir aos abandonos
para resistir ao desprezo
dos que já não precisam de bóia…
é bom saber
que há mais pessoas entre toda essa gente
à falta de elixir, respire-se fundo, e vá-se em frente,
que os náufragos são muitos
porque algumas pessoas são boas, simplesmente,
salva-vidas
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