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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

domingo, 18 de novembro de 2012

os trabalhos de grupo



Não sei como é para vós mas, lembro-me dos tempos de escola na infância/juventude, em que nos davam trabalhos para fazer em grupo… - a dificuldade é que ninguém prepara(va) os alunos para isso!
Delors e os seus pilares da Educação clarificaram algumas ideias (afinal, isso da “União Europeia” serve para alguma coisa!) – mas, na prática, no nosso jardim à beira-mar plantado não se formam cidadãos com espírito colaborativo e capacidade de diálogo e respeito para com o próximo.
O meu último trabalho de grupo foi assim (licenciatura):
  • alguém teve a ideia de formar o grupo antes do prazo (+?)
  • feitos os convites e aceites (+), “alguém” atabalhoou a apresentação, esquecendo-se de quem tinha convidado (-)!!!
  • propostos e escolhidos momentos e lugares/meios (+), “alguém” quem me chagava todos os dias num deles, de repente, afinal, não sabia usar o meio (-)
  • como é costume “alguém” começou a dar ordens, sem pedir sequer opinião dos restantes elementos do grupo (---------)
  • “puxadas as rédeas” à carroça, arrumaram-se “os bois” que iam atrás e seguiu o cortejo (…)
  • perdido um ror de tempo a afinar agulhas (-) (mas, afinal, também é para aprendermos coisas  que trabalhamos em grupo(+)!) viram-se resultados (+)
  • contudo, ao longo dos momentos de trabalho, alguns davam desculpas como (-)  precisarem de fazer coisas e terem vida – como se os outros fossem extraterrestres!
Aquela coisa chata que acaba por acontecer, que é os que “até têm umas luzes” do funcionamento da coisa (“de espírito colaborativo e capacidade de diálogo e respeito para com o próximo”) tentarem dar um alicerce ao trabalho [se forem como eu, tentando manter-se na sombra], muitas vezes cai em saco roto, e o carro à frente dos bois com autoritarismo é bem melhor aceite, ainda que a direção esteja errada…

os trabalhos de grupo…
…às vezes, são o cabo dos trabalhos!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Alfarrecas

-Descobri algo muito importante!-

  • 1 - uma nova espécie animal, jamais registada, sendo a sua mais espetacular caraterística as capacidades trepadoras. Trepa da água até bem alto - ora, como exemplo, imaginem o tejo em maré baixa, e a altura até aos passadiços! Foi avistada por uma adolescente, ontem, no passadiço do Parque das Nações, em Lisboa (entre o oceanário e a zona mais a norte) e eu estava lá! 
  • 2 - que os adolescentes portugueses são uns ignorantes, apesar da obrigatoriedade de estudo por 12 aninhos!  - Não só não sabem como se chama um animal vulgar em Portugal, aquático e que apenas tem forma e a sustenta nesse ambiente, como acham que o bicharoco trepa e espreita entre as tábuas, para ver quem passa...


Ora, 
só uma das descobertas anteriormente divulgadas é válida, digam lá qual acham que é...



...existem mesmo Alfarrecas...
ou
...a Educação em Portugal é... - nada do que devia ser!


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Neste momento, suspeito de uma cabala...
É que, quando procurei uma imagem com a palavra alforreca, achei este animal (um pouco mais estranho que uma alforreca, a meu ver, mas isto sou só eu a opinar - e eu até acho as alforrecas lindas!):

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A mobília da entrada.

Hoje, substituí uma colega num posto de atendimento/receção e 100% das pessoas que passaram (funcionários, dada a hora) me disseram "Boa tarde" e/ou fizeram um sorriso! - Isto é absolutamente espetacular!*
Já me aconteceu, em situações anteriores, e até por períodos de dias ou semanas, ocupar "receções", e constatei que quem passa ignora, a maior parte das vezes - pura e simplesmente -   o colega que está nessa posição...
Os rececionistas são tratados como mobília, como parte do equipamento fixo, e sem pingo de respeito.
Discutindo este assunto com as colegas que desempenham habitual e continuadamente a função, constatei ser a realidade dos seus dia-a-dias.
Ora, oferecesse-me perguntar: Os filhos da puta** não veem os colegas? - distração é algo casual, quando deixa de ser pontual, é má educação pura e crua!
Euzinha, que sempre achei que a imagem de uma entidade ou empresa está, exatamente, nas mãos de quem atende o público, dou a importância merecida a quem desempenha essa função (e não foi por os substituir que abri os olhos - a minha postura não mudou, pude foi constatar que a postura da maioria é aberrante!).
E se algo mais lamento, é a falta de capacidade dos decisores para prestarem a devida atenção a estes postos de trabalho (dando formação adequada a quem os ocupa, para melhorarem o seu desempenho, por exemplo, ao invés de deixar nas suas mãos, mais ou menos hábeis, a autoformação).
Ora, pense bem... - como tratou o/a rececionista/telefonista/porteiro da última vez que passou por ele(a)?
Vá lá, abra os olhos! (Nem que tenha de ser pelo egoísmo da importância - real - destes funcionários.***)

alma minha
 
* Pareço o meu amigo M :)... 
**...com o devido respeito às suas mãezinhas, entenda-se este epíteto no seu uso coloquial.
*** Agora conhecidos (os funcionários) por "colaboradores" (como se o nome que lhes é dado mudasse a postura de quem o verbaliza/escreve!!!).

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Liping Ma

Foram já muitas as vezes, que ouvi mães queixarem-se do atual método de ensino de matemática no 1.º ciclo do ensino básico…
Que “aquilo é esquisito”, que “é tudo ao contrário”, “…essa coisa das contas em pé”!
Embora tente, quando a situação o permite, explicar-lhes a diferença entre decorar e entender, faça analogia com o sistema usado no oriente, com a forma de fazer contas dos que não estudaram… esbarro contra a parede do hábito – essa parede aparentemente intransponível, que cerceia o progresso do país…
Se é melhor, se o nosso cérebro pensa em unidade, dezena, centena… e não em “e vai um”, porque ir contra o “novo” método?
Lembro-me de, já no 12.º ano, perguntar a uma (dita boa) professora de matemática como se chegava às fórmulas que ela tinha escrito no quadro – resposta: são dadas - ??????? Dadas? Caíram do céu? – Em último caso, poderia ter-me dito que também não sabia!
Ora eu, sempre achei estranho fazer exercícios e mais exercícios sem qualquer lógica ou objetivo… - e sempre achei que era, exatamente esse, o problema da matemática: não servir para nada! Nada do que nos ensinaram tinha utilidade e, ao fim de tantos anos de matemática, apenas sei a regra de três simples… que, felizmente, é solução para quase tudo!
Não querendo deixar-vos às escuras, recomendo a leitura deste livro:

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Em qualquer lugar do mundo…


Um grande passo na educação do/no nosso país foi quando surgiu uma entidade que dava conhecimento, de forma compreensível e, indubitavelmente, de forma diferente ao que estávamos habituados: UAb – a Universidade Aberta.
Quantos faziam como eu, descontentes dos manuais de estudo obrigatórios no ensino dito “regular”, indo à biblioteca procurar livros da UAb sobre os temas de interesse; quantos visionavam os programas da UAb na TV, não por obrigação, mas por interesse, porque as “matérias” eram abordadas de forma compreensível e motivadora!
E quantos, dos que hoje querem mais formação, investindo em si e na feliz política de Aprendizagem ao Longo da Vida, não passaram já pelo site da Universidade Aberta, e descobriram um mundo de novas perspetivas e oportunidades?
Aprender é Viver, e podemos fazê-lo em qualquer lugar do mundo, uma vez que a plataforma de aprendizagem Moodle permite o acesso à informação/conhecimento, mas, acima de tudo, uma participação ativa dos “estudantes”, que podem interagir com colegas e professores, participar, num método colaborativo onde, qual “gansos”, a entreajuda é fundamental, enriquecedora – e gratificante, porque vemos todos a avançar, e o mundo, à nossa volta, a ficar mais sábio!
Como diz um colega de voo: “deem o corpo ao desassossego!  - apostem em vós, porque Aprender é Viver!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Educação em Portugal

Nós, portugueses, temos a temível tendência de nos nivelar abaixo de tudo o que está além fronteiras, num espírito derrotista e de inércia-abaixo-da-língua; e temos o hábito de ir buscar os exemplos retrógrados, para amarrar qualquer progresso que tente fazer luzir as nossas cores!


Quando iremos perceber que urge pensar grande? Pensar completo!

e-escolas? – Era bom, mas não assim.

Imaginem num país onde se compram tantos carros – o que aconteceria se não fossem usados devidamente, se os estacionássemos à porta e apenas nos sentássemos neles, fingindo dar passeios? Em que contribuiria isso para… fosse o que fosse?

Salvo as poucas exceções de crianças e jovens que sabiam para que servia um computador, ou tinham pais ou conhecidos (ou professores!) que os ajudassem nisso, quem é que ficou mais rico por comprar/ter um pc no programa e-escolas? – Olhem, eu tenho uma daquelas senhas de compra, ainda por aí… nunca usei… - para que queria eu um pc enorme, desatualizado e CARO? – quando comprei um daquele tamanho, comprei por um terço do preço, e sem mensalidadezinhas-obrigatoriazinhas-que-ninguém-percebe-que-é-prestação! Quando quis um p o r t á t i l, comprei um portátil, não um chaimite!

Antes desta onda de vamos-pôr-pc-na-mão-de-toda-a-gente, vi muitos computadores de mesa ficarem ao canto das salas de aula, porque ninguém os sabia usar, e, se algum aluno sabia, não podia, e era repreendido, pois… era uma ameaça para os professores. (Imagine-se! um aluno que sabe “mais” de qualquer coisa que um professor!)

Mas, vimos muita “miudagem” agarrada a eles… pois vimos! – a jogar, em fóruns de conversação… Quando pedi a um miúdo, que passa todo o tempo em que o vejo agarrado ao portátil, que me encontrasse o número de telefone de uma instituição… ele… NÃO SABIA COMO FAZER!!!!!!!!!

Não adiantou dar só as ferramentas, era necessário dar a cultura: explicar o como usar, para que usar – perdeu-se uma importante ferramenta educacional, por deixar incompleto um grande projeto – não se cumpriu a parte menos onerosa!

Todos sabemos que o sistema de ensino não está bem (aliás nunca pode estar, porque o mundo está em constante evolução, porque a velocidade de mudança tem sido elevada), mas, para além das pequeninas mudanças que lhe vamos fazendo, urge PENSAR, equacionar, decidir como o estruturar.

Dar bases a todos – sim, tudo certo…

Adequar a cada um – sem dúvida, somos todos diferentes!

(Não me venham cá com as totozices das NEE! – diferentes, somos todos! E diversidade cultural? - é normal, habituem-se!)

O aluno é o centro, o objeto e o fim da tarefa!

Idade? Quê? – APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA – SEMPRE! – Se os mais novos até precisam de lenga-lengas, instrução, disciplina; depois há que aprender a aprender; depois… há que SER – sempre mais e melhor!

Abram os olhos, pensem grande, pensem certo!

E… aprender não é sinónimo de estar numa sala retangular, com mesas retangulares, cadeiras de tampos mais ou menos retangulares, quadros retangulares e… professores retangulares – PRECISAMOS de CURVAS/ Ângulos obtusos/ linhas de mil formas…
 

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Os feriados e o sexo

Eta! Lá vêm eles!
Depravados!
Não, não vou falar de sexo! Vou falar de género!

Hoje é (foi) feriado e, como sempre, as coisas foram diferentes (na generalidade) para homens e mulheres:

eles… viram um filme de ação com as patas em cima da mesinha da sala, jogaram uma jogatana naquela coisa que compraram com a desculpa que era p’ró puto, ou, na melhor das hipóteses (têm uns neuróniozinhos acima da cintura e) foram comprar aquela revista semanal, para verem na mesa do café (bem, se calhar, foi só o jornal desportivo!);

elas…ficaram contentes por terem mais um dia… puseram a máquina a lavar cedo, apanharam a roupa e o lixo pela casa fora, limparam, estenderam, passaram, adiantaram uns comes…tentaram despachar aquela tarefa familiar no pc, mas, pararam para ver da máquina, do almoço, para passar a camisa a ferro, para…

Estão a ver a diferença?
E será que, quando o fim de semana chegar, elas vão agradecer o feriado, ou de nada valeu?
(tou mêmo a ver os comentários machistas!)

Ai, a minha alma!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

anticonstitucionalissimamente

Somos cidadãos de um país, parte integrante de um estado, com leis que nos ajudam a manter a organização e a paz, contudo, lamentavelmente, escassos são os que dedicam, um pouco que seja do seu tempo, a saber quais são as regras pelas quais é suposto guiarmo-nos.
Se elas não agradam – mudem de nacionalidade! Mas, se ficam por cá, têm de saber adaptar a sua forma de viver aos fundamentos do estado! Afinal fazem parte dos valores com os quais somos criados, com a nossa cultura.
Não sei porque não se introduz a CRP (Constituição da República Portuguesa) na escolaridade básica. Fazia todo o sentido! E os jovens do secundário deviam estudá-la aprofundadamente!
Fico siderada pela ignorância dos que protestam quando alguém debilitado lhes “passa à frente” numa fila de atendimento! E mais, seria necessário haver Lei Fundamental que o preveja? Que é feito do bom senso?
Na realidade, esta ignorância generalizada pelas regras de vivência em comum afeta situações várias. Desde uma fila, ao funcionamento de uma associação de pais, a um condomínio…
Exemplo flagrante de falta de civismo (e, para este, haja lei, que paciência escasseia!): estou a escrever este texto numa sala de espera do Hospital de Pulido Valente, onde existem inúmeras cadeiras vazias, pelo que me sentei numa, e coloquei a mala e o blazer na do lado – mas, lá veio uma senhora que só gostou da cadeira ao lado da minha, e mal me deu tempo de tirar as coisas antes de sentar o seu dito!... Será difícil facilitarmos a vida aos outros? Porque há pessoas que escolhem sempre a hipótese que incomoda alguém?
Existe ainda uma faceta que acho inusitada: os agentes da lei, que deveriam fiscalizar  sua aplicação, não terem conhecimento de algumas bem básicas, e de regulamentos simples sobre situações do dia a dia! - Acredito que, tal como qualquer cidadão, embora com menor desculpa, os agentes da lei não saibam de cor todos os diplomas legais… mas, não deveriam ter umas luzes?
Pois, mas isso não invalida que, todos nós, temos obrigação de saber "com que linhas nos cosemos" nesta coisa de viver em comunidade...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Tzu TSU

NÃO GOSTO DE FALAR DO QUE NÃO CONHEÇO!
E, agora, pergunto: vocês sabem mesmo que raio é a TSU?
Bolas, falam, falam, falam, mas, em lugar nenhum, vi alguém dizer o que é a TSU! – Taxa Social Única, eu sei, mas o que é isso?
Pronto, eu acho que deve ser aquela coisa dos descontos que a entidade patronal faz para a Segurança Social… e os trabalhadores também… uma percentagem dos vencimentos…

…vou à wiki!… … … … …

Ah!, não estou assim tão “burra”… - mas SINTO-ME, quando falam em todo lado de algo, mas não se dignam a explicar! (estive mesmo para ligar aos amigos de economia e gestão!)
É que no meu recibo isso não consta assim! (e eu até oiço aquela malta do Económico TV a falar da crise e das medidas com a TSU…)

É usual falar-se profusamente de um qualquer assunto, mas ninguém ter coragem de perguntar: “o que é isso”; todos falam, como se soubessem – perfeitamente – do que estão a falar!
Ora, a mania de “não dar parte de fraco” perpetua a ignorância!
Não é quem não sabe que é “burro”, é quem não pergunta! (e mais “burro” que esse, só aquele que não dá resposta a quem não sabe!)
E Tzu?
Tzu é aquele que me recomendam ler, e eu, feita ocupadíssima, ainda não li (está ali na divisão do lado, à espera…) – porque eu, lamentavelmente, tenho lapso de estratégia… (paz de alminha)

Vá… googlem tudo… e… perguntem tudo o que não saibam!

sábado, 17 de setembro de 2011

cu

Hoje resolvi visitar um ambiente que há muito não visitava: um mercado de levante.

Confesso que este tipo de mercados já me entusiasmou – há uns bons anos, só aí encontrava roupa para a minha altura (as meninas novinhas não sabem, mas, eu ainda sou do tempo em que, nas lojas, só havia roupa para mulheres de 1,60 m, e sapatinhos para, no máximo, pé 37) - porque os excedentes da boa produção nacional, que não chegava às lojas nacionais (era só para exportação), surgiam, periodicamente, nestes espaços…; depois, eram os finais de coleção, de comércio ou produção, a preços agradáveis…
(É verdade que só comprava a vendedores de confiança, e não me imagino a comprar roupa já suja ou maltratada!)

Contudo, agora o comércio esmifra tanto as situações de venda, as promoções são tão contínuas, que, não só (me parece que) não há tanta oferta nos mercados de levante, como não compensa o esforço…
Mas, hoje, lá fui espreitar esse ambiente típico…
E eis que na primeira paragem, me acontece logo o inesperado:

[OK, vou falar de intimidades… mas os vendedores tinham ar lavadinho, as peças eram de qualidade, e eu ainda não consegui descobrir interiores baixos como me agradam nas lojas grandes! Como no resto, gosto de modelos clean (simples, práticos, que fiquem no sítio!) – Onde param os algodões com lycra decentes? Raio de marcas que abusam dos sintéticos! E, se peço algodão, mostram-me aqueles cuecões-de-avó assustadores!]

Peguei num modelo que parecia ter a minha cara, e vi a etiqueta, porque o tamanho me pareceu grande…

Essas ficam bem no meu cu…” – e a senhora (corpo equilibrado, magro, vestida adequadamente, boa aparência…) inclinou-se para trás para olhar para o meu plano traseiro… - “para o seu cu, se calhar, têm de ser mais pequenas…

Sorri, mais para dentro que para fora, deixando apenas transparecer um sorriso simpático q.b., mas pensando no ridículo da “conversa”, e no facto de que a senhora teria bem melhor ar com a boca fechada…

Ora eu não esperava ver o dito analisado assim!
Na realidade já foi alvo de visualizações intensivas de colegas de trabalho – NÃO, não estou a falar de homens!, mesmo daquelas colegas que se sentem mal com o seu corpo, passam o tempo a falar de dietas anormais (e a praticá-las em grupo), e miram as colegas para encontrar motivos de crítica… Eu trabalhei com uma assim, que mo gastava com o olhar! (parece que o maior desgosto recente é o meu dito estar “melhor” que o dela! Ridículooooooooooooooo!)

Balanço do resto da visita: ainda comprei calças e blusas, boas produções nacionais, com acabamentos ótimos, que, suponho, tenham sobrado de mais uma falência…

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Curricula Vitae

Um dos exercícios mais caricatos que fiz ao longo da minha vida profissional foi a leitura de curricula!*

Se agora é moda seguir o modelo europeu (que, para além de assumir uma completa impessoalidade, é usado, quase sempre, sem qualquer adaptação à cultura portuguesa), os erros de sempre prevalecem, ainda assim, deixando transparecer a falta de preparação de quem os apresenta.

Erros ortográficos (será possível!), estruturais (design, meninos, design!… e lógica!), completa desadequação do que é mencionado – só falta indicar as pausas para WC em cada “Workshop” (sim, sim, mencionam mesmo as reuniõezecas de hora e meia a falar vagamente de um assunto mais vago ainda…)!

O último que fiz foi exaustivo mas conciso: exaustivo, porque, para o efeito, se pretendia a menção de todo o meu percurso; conciso, porque as duas páginas tinham tudo o necessário. Nunca fiz um curriculum europeu, confesso! Mas sempre segui as recomendações de clareza e singeleza…

Por isso decidam-se: ou usam o da praxe, seguindo as instruções que estão por todo o lado, ou usam o que criam à vossa vontade, se não vos for pedido o primeiro, mas, sejam lógicos: nada de erros, de métricas obtusas, de competências floreadas ou inventadas; e não enviem nada sem mostrar primeiro a alguém com cérebro…

A má imagem de um curriculum só é superada por…
…as parvoíces que possam ter deixado no face, …e que FICARÃO, SEMPRE, PARA A POSTERIDADE!...

(*porque hoje vi mais um!)