domingo, 9 de novembro de 2014

afinal, a burra sou eu?

Na minha cabeça martela a inconsistência do que me rodeia...
essa questão que pus há dias:  afinal, merece a pena?
Por mais que tentemos contribuir para a evolução desta espécie social, o retardamento já é tanto que sufoca quem tenta abrir caminhos à luz...
Depois, há essa espécie de cobardia infame dos que desfiam filosofias que nem cumprem nem repetem em defesa dos que o ousam, em sua defesa - sim, deixam que passem por loucos os que as cumprem ou as revelam para lá dos umbigos sujos e fedorentos de quem só berra ideias em espaços fechados, de quem critica mas nada faz, nada contribui, nada assina - porque o dito só é dito entre paredes seguras-de-represálias... e o pai-Salazar é que sabe...
Gritam, coitados, porque não se safam sem ajuda, mas, depois, encolhem o rabinho e esperam que lhes caia no colo o fruto do trabalho de quem deixam a suar ao sol sem uma palavra darem em ajuda do seu esforço... - é um desafiar a "seres o pau-de-obra que resolve o meu probleminha" seguido de um desprezo atroz por quem os ajuda...
 
É, às vezes não chega a consciência tranquila...
...sente-se a falta do tempero de humanidade!
 
...e rio-me, quando releio as palavras que não serão inteligíveis, até pelos parcos leitores deste espaço, e me sinto qual sindicalista ferrenho de bandeira desfiada...
afinal, é só um desabafo por mais uma puxadela de tapete!

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