sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

mesas brancas de paz

Sentada nas mesas brancas do café do piso térreo (a mar) do CC Vasco da Gama, assisti a uma das cenas que me deixa repensar a desilusão com a espécie humana:
O funcionário do café saiu da nave-mãe (aquele espacinho onde residem e atendem os clientes) e dirigiu-se a uma senhora idosa, na mesa, perguntando-lhe se estava bem - eu, sinceramente, nem a tinha visto - conversou com ela, até perceber o que se passava e dirigiu-se ao balcão de informações do CC, ao lado, onde explicou à funcionária de serviço a situação...
...e ambos  se dirigiram, de novo, à senhora, disponibilizando-se a funcionária a chamar um socorrista, se a senhora tivesse necessidade. A senhora, que disse estar com uma quebra de TA, já recuperou qb para se ir embora e eu, por aqui fiquei, surpresa e agradada com a atitude!
O gelado de tangerina soube melhor, e o café desceu mais forte : )
(seg., 13 jan., 15.35)

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