sábado, 4 de janeiro de 2014

...ergo sum?

Penso mas não existo logo.
Só existo passado um bocadinho

Esta "irreflexão" está nas minhas prateleiras há um quarto de século.
Desde logo me fascinou, mais do que o "método" estudado nas abomináveis e senseless aulas de filosofia do secundário!
Yvette Centeno chegou-me fortuitamente e apenas o tempo não me deixou conhecê-la melhor, algo que espero fazer... (Assim que construir tempo.)
                             

 Centeno, Y. K. (1974). Irreflexões (e outros lugares-comuns). Lisboa: Ática.

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