terça-feira, 13 de agosto de 2013

Nem armas, nem barões!

Se nunca me senti nacionalista, no que se possa confundir com sentimentos xenófobos;
também só dei valor aos símbolos de cidadania quando a eles fui apresentada, já na juventude... - contudo, também o espírito de emigrante nunca esteve presente e achava normal viver neste meu país semeado à beira-mar.
Mas, conquanto se apregoe que somos éramos país de agricultores, as sementeiras não têm, há muito, quem regue o seu crescimento, quem afaste as ervas daninhas; e transformámos o jardim no raio de um baldio cheio de ervas ruins e calhaus!
Entre a incúria de uns e o desinteresse de outros, a jangada vai-se afundar!
Quando olhamos para alguns outros países e vemos que não cospem nem escarram aos pés do próximo, não fumam ao pé de quem quer respirar, não deitam lixo para o chão - simplesmente porque não têm qualquer lógica fazê-lo! - entendemos que alguma coisa vai mal por cá, e já há muito!
Seremos uma catrefada de maus alunos? Ou, afinal, a culpa é dos "professores"? - Sim, porque é preciso que alguém indique o que está certo e, por este descampado, ninguém assume esse papel.... e é assim que navegamos à deriva...
Sempre achei que esse sentimento de que quem aponta o dedo ao que está errado é "bufo" é o que nos estraga - evoluem os menos capazes, atropelando lógica, regras e levantando-se poeira para ofuscar os olhos de um país...
Temos de aprender a apontar o dedo, porque temos de defender o que é nosso, porque temos de arrancar essas ervas ruins que poluem o nosso solo, porque temos de transformar este imenso Portugal numa nação valente e imortal!

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