voa... voa...
O dia de hoje seguiu um caminho de cansaço extremo, que me tem até privado de libertar a alma neste cantinho...
Exausta e com muitos afazeres, caminhei para casa e tive um daqueles pensamentos bons que deixamos que nos abandonem com a adolescência:
passo por aqui e procuro sempre encontrar uma, sem que as veja; se hoje conseguir, será sinal de que tudo vai correr bem!
Acabei o percurso e nada de joaninhas...
Ia para casa para dormir, e recuperar um pouco da exaustão e tentar agarrar (sim, a-garrar, com garra) as mil tarefas depois...
O meu gato puxou-me para o jardim... Acabei por dar às flores o que precisavam, num dia quente já refrescando - muita água...
E foi enquanto regava que a vi, a esperança - grande e de asas a abrir, mas que se deixou pegar, para que a pudesse pôr num lugar seguro da água...
Afinal, veio o sinal!
(Só falta dormir...)
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